São infindáveis os debates nas listas de discussões sobre a Umbanda, se a tradição africana do sacrifício ritual faz parte ou não da religião.

Os adeptos ligados as vertentes mais próximas do Espiritismo (Umbanda Branca e Demanda  e Umbanda de Cáritas) ou ao esoterismo (Umbanda Esotérica e Iniciática, Aumbhandã e Aupram) dirão que tal ritual é totalmente alheio à Umbanda e que pertence apenas aos cultos de nação. Os adeptos das vertentes africanizadas (Umbanda Omolocô, Umbanda de Almas e Angola, Umbandomblé e várias Umbandas Populares) dirão que tal ritual é fundamental para a ligação/iniciação do médium ao seu Orixá e, portanto, parte da Umbanda.

O objetivo deste post, entretanto, não é entrar nesta discussão defendendo um ou outro ponto de vista, e sim mostrar que o sacrifício ritual de animais não é exclusivo das tradições africanas. Como estamos na época do Yom Kippur e do ritual do Caparot, nada mais interessante do que conhecermos como esse ritual é realizado no judaísmo e para que ele serve.

Ao clicar no link abaixo, você será redirecinado para o blog História das Religiões e Religiosidades, da Professora Doutora Cláudia Andréa Prata Ferreira, da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Nele você encontrará matérias disponibilizadas pela autora daquele blog com explicações sobre o Caparot, que é o ritual de sacrifício animal do judaísmo. Boa leitura!

> > > Judeus usam galos e galinhas para expiar pecados às vésperas do Yom Kippur

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